Sentada no sofá, vejo pela janela que a tarde ja é cinza, e que a chuva escorre friamente pelas paredes com rachaduras da minha sala. E que estou sozinha, mas uma vez. Os meus unicos amigos, são o edredom verde e a caixa de chocolate. Esta que parece estar tão longe, em uma mesinha marrom. O som dos ventos fazem ruídos na minha porta. E meu coração se aperta em meio a uma solidão. Uma solidão fria e dolorida. A energia vai embora.E o medo aumenta. São seis batidas na porta, não vou levantar pra atender. Mas este quer entrar, e consegue. O amor entra pela mais estreita fechadura. Agora o sol já é radiante, e meu coração já se sente confortavel.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Sentada no sofá, vejo pela janela que a tarde ja é cinza, e que a chuva escorre friamente pelas paredes com rachaduras da minha sala. E que estou sozinha, mas uma vez. Os meus unicos amigos, são o edredom verde e a caixa de chocolate. Esta que parece estar tão longe, em uma mesinha marrom. O som dos ventos fazem ruídos na minha porta. E meu coração se aperta em meio a uma solidão. Uma solidão fria e dolorida. A energia vai embora.E o medo aumenta. São seis batidas na porta, não vou levantar pra atender. Mas este quer entrar, e consegue. O amor entra pela mais estreita fechadura. Agora o sol já é radiante, e meu coração já se sente confortavel.
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